Quem você diz que ele é?
Jesus foi para a região que fica perto da cidade de Cesaréia de Filipe. Ali perguntou aos discípulos: – Quem o povo diz que o Filho do Homem é?
– Alguns dizem que o senhor é João Batista - responderam eles. - Outros afirmam que é Elias. E outros, ainda, que é Jeremias ou algum outro profeta.
– E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? – perguntou ele.
Simão Pedro respondeu: – O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo.
Você é feliz, Simão, filho de João! - respondeu Jesus. - Porque esta verdade não foi dada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu. Portanto, eu afirmo: você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino do Céu; o que você proibir na terra será proibido no céu, e o que permitir na terra será permitido no céu. (Mateus 16:13-19)
Aos doze anos Jesus afirmou claramente que conhecia sua identidade de Filho de Deus (Lc 2:49), ainda assim voltou a Nazaré e se sujeitou à autoridade de Maria e José e esperou mais dezoito anos para começar seu ministério.
Na medida em que Jesus crescia, seus pais provavelmente lhe contaram as histórias sobre seu extraordinário nascimento. De alguma forma, Jesus sabia que viera para fazer todo o necessário para restaurar o relacionamento quebrado entre os homens e Deus, um relacionamento que havia sido interrompido bruscamente pelo pecado. Esse era o pleno propósito de sua vida. Esse foi o motivo principal pelo qual veio a esse mundo.
Que mistério! Como Jesus sabia sua identidade? O fato de que Jesus foi totalmente Deus e totalmente homem ao mesmo tempo é o princípio de nossa fé cristã. Apenas Deus poderia efetuar a redenção da humanidade.
O fato de Jesus ser perfeitamente Deus e perfeitamente homem não significa que nasceu como um superbebê! Ele foi um bebê humano, com uma natureza humana, porém, ao mesmo tempo, era Deus com a natureza de Deus. O mistério da natureza divina como humana de Jesus é impossível para nossas mentes limitadas entenderem - temos de aceitar essa verdade pela fé.
Já houve um momento em sua vida em que tenha reconhecido quem Jesus realmente é? Podemos não ser capazes de entender isso claramente, mas podemos aceitar pela fé. A Bíblia é um registro confiável da verdade, e Deus espera que confiemos nas informações que temos lá. Jesus Cristo ingressou na história humana. Não foi simplesmente um homem bom que teve um fim prematuro ou uma pessoa deslumbrada com ideias grandiosas a respeito de si mesmo. Jesus era Deus, e também foi humano, Pedro teve esse grande momento quando disse a Jesus: "O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo." (Mt 16:16). Quando você crer nisso, também terá esse grande momento, porque essa verdade transformará a sua vida! Agradeça a Jesus Cristo por ter se tornado humano para aproximar você de Deus.
(extraído da Bíblia de Estudo Diário da Mulher, página 1135).
Jeová Shalom
O povo de Israel pecou contra Deus Eterno e por isso ele deixou que o povo de Midiã os dominasse durante sete anos. Os israelitas se escondiam dos midianitas em cavernas e em outros lugares seguros nas montanhas porque os midianitas eram mais fortes do que eles. Todas as vezes que os israelitas semeavam, os midianitas vinham com os amalequitas e os povos do deserto e os atacavam. Acampavam na terra e destruíam as suas colheitas até o sul, perto de Gaza. Não deixavam nada para os israelitas viverem – nem ao menos uma ovelha, uma vaca ou um jumento. Chegavam com o seu gado e as suas barracas e eram tão numerosos como gafanhotos. Eles e os seus camelos eram tantos, que nem dava para contar. Vinham para destruir a terra, e o povo de Israel não podia com eles. Então os israelitas pediram socorro a Deus Eterno.
Quando eles oraram ao Eterno por causa dos midianitas, ele mandou um profeta, que lhes disse: – Assim diz o Eterno, o Deus de Israel: “Eu tirei vocês da escravidão do Egito. Eu os livrei dos egípcios e dos que lutaram contra vocês aqui, nesta terra. Expulsei os seus inimigos e dei a vocês a terra deles. Eu disse que sou o Eterno, o Deus de vocês, e que vocês não deviam adorar os deuses dos amorreus, que viviam nesta terra. Mas vocês não quiseram me ouvir.”
Então o Anjo do Deus Eterno veio e sentou-se debaixo de um carvalho que havia perto do povoado de Ofra. Esse carvalho pertencia a Joás, que era da família de Abiezer. O seu filho, Gideão, estava malhando trigo no tanque de pisar uvas, escondido, para que os midianitas não o encontrassem.
Então o Anjo do Deus Eterno apareceu a ele e disse: – Você é corajoso, e o Eterno está com você!
Gideão respondeu: – Se o Eterno está com o nosso povo, por que está acontecendo tudo isso com a gente? Onde estão aquelas coisas maravilhosas que os nossos antepassados nos contaram que o Eterno costumava fazer quando nos trouxe do Egito? Ele nos abandonou e nos entregou aos midianitas.
Então o Deus Eterno ordenou a Gideão: – Vá com toda a sua força e livre o povo de Israel dos midianitas. Sou eu quem está mandando que você vá.
Gideão respondeu: – Senhor, como posso libertar Israel? A minha família é a mais pobre da tribo de Manassés, e eu sou a pessoa menos importante da minha família.
Mas o Eterno disse: – Você pode fazer isso porque eu o ajudarei. Você esmagará todos os midianitas como se eles fossem um só homem.
Gideão respondeu: – Se tu estás contente comigo, então dá-me uma prova de que és tu mesmo que estás falando. E, por favor, não vás embora até que eu te traga uma oferta. – Eu ficarei aqui até você voltar! – disse Deus.
Então Gideão entrou, cozinhou um cabrito e fez pão sem fermento com mais ou menos dez quilos de farinha. Pôs a comida numa cesta e pôs o caldo numa panela. Levou tudo e entregou ao Anjo do Deus Eterno, que estava debaixo do carvalho. Então o Anjo ordenou: – Ponha a carne e o pão nesta pedra e derrame o caldo em cima. Gideão fez o que ele mandou. Em seguida o Anjo estendeu o bastão que tinha na mão e tocou com a sua ponta a carne e o pão. Então saiu fogo da pedra e queimou a carne e o pão. E o Anjo desapareceu. Aí Gideão compreendeu que era mesmo o Anjo do Deus Eterno que ele tinha visto. E disse, apavorado: – Meu Deus! Eu vi o Anjo do Deus Eterno face a face! Mas o Eterno respondeu: – Não fique com medo. Tudo está bem. Você não morrerá. Gideão construiu ali um altar para o Deus Eterno e o chamou de “O Deus Eterno é paz”. E até hoje esse altar está em Ofra, cidade que pertence às famílias de Abiezer. (Juízes 6:1-24)
Você, alguma vez, já se sentiu tão apavorada que não soube o que fazer? Quando não sabe para onde ir - vá para Deus. Gideão descobriu que Deus cuida dos medos.
Deus provê, cura e serve como nossa bandeira. O que mais? Gideão descobriu que Deus é paz! Os midianitas estavam perseguindo Israel, destruindo e saqueando as plantações. para "esconder os grãos dos midianitas", Gideão estava malhando o trigo em um lagar (6:11), e ninguém normalmente faz isso. O trigo era malhado no topo de um monte para que o vento carregasse a palha.
O anjo do SENHOR veio e sentou-se debaixo de uma carvalho (6:11). Depois de um pouco, o anjo disse: "– Você é corajoso, e o Eterno está com você!" (6:12). (Ele deve ter dito isso com um sorriso!) E, então, falou a Gideão que Deus iria usá-lo para salvar Israel dos midianitas.
Se você achava que Gideão estava com medo antes, devia ter visto como ficou depois! Deu todo tipo de desculpas pelas quais não deveria ser o escolhido para ser um herói poderoso. "A minha família é a mais pobre da tribo de Manassés, e eu sou a pessoa menos importante da minha família." - argumentou (6:15). Então, o anjo do SENHOR revelou seu poder fazendo subir fogo de uma pedra (6:21) e depois desapareceu! Percebendo que havia discutido com o próprio Deus, Gideão ficou com medo. Então, o Senhor lhe falou: "Não fique com medo. Tudo está bem. Você não morrerá." (6:23).
Medo do que os outros possam fazer contra nós, medo do que nós não podemos fazer pelos outros, ou medo do que Deus pode fazer conosco se não fizermos pelos outros - tudo pode ser controlado por Jeová Shalom, aquele que é a nossa paz.
(extraído da Bíblia de Estudo Diário da Mulher, página 299).
Jeová Nissi
Os amalequitas vieram e atacaram os israelitas em Refidim. Então Moisés deu a Josué a seguinte ordem: - Escolha alguns homens e amanhã cedo vá com eles lutar por nos contra os amalequitas. Eu ficarei no alto do monte com a vara de Deus na mão. Josué fez o que Moisés havia ordenado e foi combater os amalequitas. Enquanto isso, Moisés, Arão e Hur subiram até o alto do monte. Quando Moisés ficava com os braços levantados, os israelitas venciam. Porém, quando ele abaixava os braços, eram os amalequitas que venciam. Quando os braços de Moisés ficaram cansados, Arão e Hur pegaram uma pedra e a puseram perto dele para que Moisés se sentasse. E os dois, um de cada lado, seguravam os braços de Moisés. Desse modo os seus braços ficaram levantados até o pôr-do-sol. E assim Josué derrotou completamente os amalequitas. Então o Deus Eterno disse a Moisés: - Escreva um relatório dessa vitória a fim de que ela seja lembrada. Diga a Josué que eu vou destruir completamente os amalequitas. Moisés construiu um altar e lhe deu o seguinte nome: "O Deus Eterno é a minha bandeira". Depois disse: - Segurem bem alto a bandeira do Eterno! O Deus Eterno combaterá para sempre os amalequitas! (Êxodo 17:8-16)
Os filhos de Israel estavam começando a perceber - Deus os amava e se importava com eles. Jeová Jiré proveria o cordeiro para tirar o pecado deles. Jeová Rafá abençoaria sua obediência com uma medida de saúde. No meio de uma batalha difícil, outro aspecto do caráter de Jeová foi revelado: Ele insistiu em ter um povo santo. "Sejam santos, pois eu, o Eterno, o Deus de vocês, sou santo." (Lv 19:2)
Enquanto Josué lutava contra Amaleque no vale, Arão e Hur foram com Moisés até o topo de uma montanha para ver a batalha do alto. Moisés tinha o cajado de Deus, representando o poder de Jeová, em sua mão. Quando Moisés ergueu a vara ao alto, Josué e os israelitas prevaleceram, mas quando os braços de Moisés se cansaram e baixou o cajado, os amalequitas prevaleceram. Moisés sentou-se numa pedra, enquanto Arão e Hur sustentavam seus braços e a batalha foi vencida. Nesse lugar, o poder de Deus foi demonstrado em defesa de seu povo. A bandeira da vitória foi hasteada sobre o local do conflito, e Moisés chamou o altar que construiu de Jeová Nissi, "O Deus eterno é a minha bandeira" (17:15).
Os amalequitas representam a natureza egoísta em nós, contra o qual Deus luta e leva à morte. Deus tem jurado que "O Deus Eterno combaterá para sempre os amalequitas" (17:16) Jeová não descansará até que sejamos santos, como ele é santo.
Para vencer o egoísmo contra o qual todos lutamos, é necessário sermos bons em "erguer nossas mãos" em oração. É em oração que nós encontramos força para a batalha. Deus quer nos dar poder para vencer. Que batalha difícil você está enfrentando? O que Deus está pedindo que você mude em sua vida? Que hábitos a prendem pelo pescoço e não deixam você ir? Jeová Nissi a ajudará a vencer essa batalha.
(extraído da Bíblia de Estudo Diário da Mulher, página 95).
Jeová Rafá
Ai Moisés levou o povo de Israel do mar Vermelho para o deserto de Sur. Eles caminharam três dias no deserto e não acharam água. Então chegaram a um lugar chamado Mara, porém não puderam beber a água dali porque era amarga. Por isso aquele lugar era chamado Mara. O povo reclamou com Moisés e perguntou: - O que vamos beber? Então Moisés, em voz alta, pediu socorro ao Deus Eterno, e o Eterno lhe mostrou um pedaço de madeira. Moisés jogou a madeira na água, e a água ficou boa de beber. Foi nesse lugar que o Deus Eterno deus leis aos israelitas e os pôs à prova. Ele disse: - Se vocês prestarem atenção no que eu digo, se fizerem o que é certo e se guardarem os meus mandamentos, eu não os castigarei com nenhuma das doenças que mandei contra os egípcios. Eu sou o Deus Eterno, que cura vocês. Depois os israelitas chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. E acamparam ali, perto da água. (Êxodo 15:22-27)
Deus se interessa por detalhes da nossa vida. Ele se importa com a nossa saúde, por exemplo. Ele fez nossos corpos e quer que gozemos o máximo de saúde possível.
O nome Jeová Jiré revelou que Deus se preocupa com a saúde espiritual das pessoas (veja post passado), e o nome Jeová Rafá revela sua graciosa preocupação com a saúde física de Israel. Moisés levou os filhos de Israel ao ugar onde eles viram Deus transformar águas amargas em águas próprias para serem bebidas. Deus então usou esse fato como objeto de sua lição: "Se vocês prestarem atenção no que eu digo, se fizerem o que é certo e se guardarem os meus mandamentos, eu não os castigarei com nenhuma das doenças que mandei contra os egípcios. Eu sou o Deus Eterno, que cura vocês." (15:26).
Isso aconteceu em Mara, que significa "amarga", onde Deus mostrou aos filhos de Israel que ele é a fonte de toda cura.
Será que Deus realmente se preocupa quando estou doente? Será que percebe quando a vida do meu filho está ameaçada por uma doença terrível? Em lugar nenhum as Escrituras Sagradas nos dizem que Deus irá curar todas as enfermidades do povo; mas ele vai curar muitas pessoas de muitas enfermidades. Não há saúde sem o Deus que cura. Em sua totalidade, encontramos uma medida de saúde na terra e a medida plena de saúde no céu. O texto de Apocalipse 21:4 nos diz que ninguém sentirá dor no céu (veja também Ap 22:2).
Deus cura, não há dúvidas. Algumas vezes ele permite que o corpo se cure por si só; outras vezes, milagrosamente acelera o processo. Algumas vezes dá a cura definitiva levando seus filhos para junto dele. Deus é Jeová Rafá, o Deus que cura! Isso deveria ser o suficiente para tornar doces as nossas águas amargas.
(extraído da Bíblia de Estudo Diário da Mulher, página 93).
Jeová Jiré
Algum tempo depois Deus pôs Abraão à prova. Deus o chamou pelo nome, e ele respondeu: - Estou aqui. Então Deus disse: - Pegue agora Isaque, o seu filho, o seu único filho, a quem você tanto ama, e vá até a terra de Moriá. Ali, na montanha que eu lhe mostrar, queime o seu filho como sacrifício. No dia seguinte Abraão se levantou de madrugada, arreou o seu jumento, cortou lenha para o sacrifício e saiu para o lugar que Deus havia indicado. Isaque e dois empregados foram junto com ele. No terceiro dia, Abraão viu o lugar, de longe. Então disse aos empregados: - Fiquem aqui com o jumento. Eu e o menino vamos ali adiante para adorar a Deus. Daqui a pouco nós voltamos. Abraão pegou a lenha para o sacrifício e pôs nos ombros de Isaque. Pegou uma faca e fogo, e os dois foram andando juntos. Daí a pouco o menino disse: - Pai! Abraão respondeu: - Que foi, meu filho? Isaque perguntou: - Nós temos a lenha e o fogo, mas onde está o carneirinho para o sacrifício? Abraão respondeu: - Deus dará o que for preciso; ele vai arranjar um carneirinho para o sacrifício, meu filho. E continuaram a caminhar juntos. Quando chegaram ao lugar que Deus havia indicado, Abraão fez um altar e arrumou a lenha em cima dele. Depois amarrou Isaque e o colocou no altar, em cima da lenha. Em seguida pegou a faca para matá-lo. Mas nesse instante, lá do céu, o Anjo do Deus Eterno o chamou, dizendo: - Abraão! Abraão! - Estou aqui - respondeu ele. O Anjo disse: - Não machuque o menino e não lhe faça nenhuma mal. Agora sei que você teme a Deus, pois não me negou o seu filho, o seu único filho. Abraão olhou em volta e viu um carneiro preso pelos chifres, no meio de uma moita. Abraão foi, pegou o carneiro e o ofereceu como sacrifício em lugar do seu filho. Abraão pôs naquele lugar o nome de "O Deus Eterno dará o que for preciso". É por isso que até hoje o povo diz: "Na sua montanha o Deus Eterno dá o que é preciso." Mais uma vez o Anjo do Deus Eterno, lá do céu, chamou Abraão e disse: - Porque você fez isso e não me negou o seu filho, o seu único filho, eu juro pelo meu próprio nome - diz o Deus Eterno - que abençoarei você ricamente. Farei que os seus descendentes sejam tão numeroso como as estrelas do céu ou os grãos de areia da praia do mar; e eles vencerão os inimigos. Todas as nações do mundo serão abençoadas por meio dos seus descendentes, pois você fez o que eu mandei. Abraão voltou para o lugar onde estavam os seus empregados, e foram todos juntos para Berseba, onde Abraão ficou morando. (Gênesis 22:1-19)
É difícil acreditar que Deus é um Deus pessoal. Ele é tão grande e tem tantas coisas para fazer - isso não parece muito possível. Nós pensamos que vamos apenas incomodá-lo com nossos problemas. As pessoas que viviam no tempo do Gênesis tinham as mesmas dúvidas. Mas Deus mostrou que cada indivíduo era conhecido e importante para ele.
À medida que perceberam que Deus se interessava pela vida pessoal de cada um deles, começaram a buscar evidências da intervenção divina no seu viver. Os patriarcas conheceram sua mão de misericórdia e bênçãos nas suas circunstâncias. Os nomes compostos de Jeová explicam Deus no seu mais completo sentido.
É em Gênesis que nos deparamos pela primeira vez com o nome Jeová Jiré. Deus testou a fé de Abraão, pedindo a ele que sacrificasse seu filho Isaque como oferta queimada. Inacreditavelmente, Abraão se preparou para fazer isso. Levando Isaque consigo para o Monte Moriá, Abraão disse aos moços que viajam com eles: "Fiquem aqui com o jumento. Eu e o menino vamos ali adiante para adorar a Deus. Daqui a pouco nós voltamos" (25:5). Note que ele disse, nós voltaremos. Abraão teve fé e acreditou que, mesmo se ele matasse seu próprio filho, Deus o levantaria de volta da morte (Hb 11:17-19). Acima de tudo, Deus havia dito a ele que Isaque era uma parte muito importante de seu plano de redenção para o mundo todo.
Quando Abraão ergueu sua faca para matar Isaque, o anjo do SENHOR o chamou do céu e ordenou que ele parasse. "Agora sei que você teme a Deus, pois não me negou o seu filho, o seu único filho" (22:12). Abraão viu um "carneiro preso pelos chifres" e sacrificou o animal em vez de Isaque.
Porque Deus havia provido o cordeiro como um sacrifício a ele mesmo (prefigurando o Calvário), Abraão chamou aquele lugar de Jeová Jiré, "o Senhor proverá". Naquele momento Abraão entendeu um pouco mais sobre o caráter redentor de Deus.
Sempre que começarmos a perguntar se Deus nos ama pessoalmente, precisamos pensar no pai Abraão e seu filho Isaque, e no Pai e seu Filho, Jesus!
(extraído da Bíblia de Estudo Diário da Mulher, página 31)